Brasil estreia na Copa 2026: continuidade, experiência e algumas dúvidas no caminho até o Hexa
- Ed Junior
- 13 de jun.
- 2 min de leitura

Chegou o grande dia.
Depois de quase quatro anos de espera, a Seleção Brasileira faz sua estreia hoje, às 19h, em mais uma Copa. E, apesar das mudanças de treinador e de um ciclo marcado por incertezas, a equipe que deve entrar em campo hoje mostra que a base construída nos últimos anos foi amplamente mantida.
A provável escalação para a estreia contra Marrocos é:
Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Alex Sandro; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Raphinha, Vinicius Jr. e Matheus Cunha.
Na estreia da Copa de 2022, o Brasil iniciou a competição com:
Alisson; Danilo, Marquinhos, Thiago Silva e Alex Sandro; Casemiro, Lucas Paquetá e Neymar; Raphinha, Vinicius Jr. e Richarlison.
Apenas três mudanças em relação à equipe que iniciou a última Copa:
• Gabriel Magalhães substitui Thiago Silva;
• Bruno Guimarães ocupa o espaço que era de Neymar;
• Matheus Cunha assume a vaga que foi de Richarlison.
Thiago Silva e Richarlison chegaram a ser cogitados para a Copa de 2026, mas ficaram fora da convocação final. Já Gabriel Magalhães e Matheus Cunha, que não estiveram no Mundial de 2022, eram nomes frequentemente citados como possíveis opções para aquela competição.
Um ciclo com muitas mudanças
O caminho até esta Copa foi diferente do que muitos torcedores imaginavam. Durante o ciclo, a Seleção passou por quatro treinadores:
• Ramon Menezes (interino);
• Fernando Diniz (dividindo a função com o comando do Fluminense);
• Dorival Júnior;
• Carlo Ancelotti.
As constantes mudanças dificultaram a criação de uma identidade clara para a equipe e limitaram o processo de renovação do elenco. Um exemplo curioso está na posição de goleiro. Alisson, Ederson e Weverton são exatamente os mesmos goleiros convocados para a Copa de 2022, porém em momentos de menor destaque do que estavam 4 anos atrás.
A presença de Weverton chamou atenção de parte da torcida, principalmente porque ele teve poucas oportunidades ao longo do ciclo. No entanto, a comissão técnica optou pela experiência de um jogador já acostumado ao ambiente de Copa do Mundo.
O presente e o futuro da Seleção
Nos amistosos mais recentes, alguns atletas considerados reservas tiveram atuações bastante positivas e deixaram boa impressão. Muitos desses jogadores ainda são jovens e podem se tornar protagonistas nos próximos anos, o que faz parte da torcida enxergar esta Copa também como um importante passo na preparação para o ciclo de 2030.
Talvez o Brasil não chegue à Copa de 2026 apontado como principal favorito por boa parte dos especialistas. França, Espanha, Argentina e Portugal costumam aparecer com mais frequência entre as seleções mais cotadas.
Mas existe uma verdade que se repete em toda Copa do Mundo: jamais se deve descartar o Brasil!
A camisa mais vitoriosa da história do futebol entra em campo carregando tradição, talento e a esperança de milhões de torcedores.
Agora é hora de a bola rolar.
E quem sabe, ao final de mais uma Copa, o tão sonhado Hexa finalmente possa se tornar realidade.




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